O Risco Oculto de uma Única Transportadora

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Eu assinei um contrato com uma única transportadora pro Brasil inteiro.

100% da distribuição dependia dela.

Tratava como normal.

Até o dia em que percebi: se aquela transportadora tivesse um problema, a Casa&Vídeo inteira travava.

Fiz um bidding e dividi a operação entre transportadoras regionais, cada uma especialista em sua praça.

1. Mapeie sua operação: quantos pontos únicos de falha você tem agora?
2. Faça um bidding com especialistas regionais, não necessariamente grandes.
3. Implemente aos poucos, monitorando nível de serviço a cada transição.

Resultado? Custo caiu. Nível de serviço subiu. E hoje, antes de renovar qualquer contrato de transportadora, a primeira pergunta que faço é: quantos fornecedores essa operação tem, de verdade?

Você está numa situação parecida? Qual é seu maior ponto único de falha na logística agora?


Na Casa&Vídeo, a distribuição em atacado dependia de uma única transportadora pro Brasil inteiro. Uma só, pro país inteiro. Se ela tivesse um problema, a operação inteira travava.

Fiz um bidding e dividi a operação entre várias transportadoras regionais, escolhendo as especialistas em cada praça. Não é sobre trocar um fornecedor grande por vários pequenos. É sobre nunca deixar sua operação refém de um único ponto de falha.

Custo melhorou. Nível de serviço melhorou. E até hoje, quando avalio contrato de transportadora, a primeira pergunta que faço é: quantos fornecedores essa operação tem, de verdade?

Se você tem uma transportadora só cobrindo tudo, me chama. Vale a pena olhar isso antes que ela dê o problema por você.

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