Todo mundo está falando de split payment como se o problema fosse 2027.
Não é. O problema pode ser esse ano.
Já trabalhei em implantações onde o código fiscal de material estava errado há anos. Ninguém havia percebido porque a nota continuava saindo — saía errada, mas saía.
Com as validações que chegam ainda em 2026, isso muda. Nota com NCM ou CEST inconsistente não passa mais. Ela trava na emissão.
E aí o financeiro olha pro estoque, o estoque olha pro TI, e ninguém sabe exatamente onde o cadastro quebrou.
A reforma tributária parece coisa de contador. Mas quem para a operação é o estoque com dado errado — não o departamento fiscal.
O que eu recomendo fazer agora: auditar o cadastro de materiais, cruzar com a tabela de NCM e CEST vigente, e corrigir antes que o sistema rejeite na emissão.
Split payment vem em 2027. Mas cadastro errado já custa em 2026. ⚠️
Se você tem esse desafio na sua operação e quer conversar antes que isso trave a sua nota, me chama.
A reforma tributária entrou em todo canto: notícia, reunião de diretoria, apresentação de contador. Todo mundo fala do split payment como se o problema fosse só financeiro. Mas eu vejo outro risco, um que começa antes, lá no cadastro de material.
Já trabalhei em implantações onde o código fiscal estava errado há anos. Ninguém percebeu porque a nota saía. Saía errada, mas saía. Com as validações que chegam ainda em 2026, nota com código inconsistente não sai mais. Ela trava. E quem para a operação não é o financeiro, é o estoque.
O que precisa ser feito agora: auditar o cadastro de materiais, cruzar NCM e CEST com a tabela vigente, e corrigir antes que o sistema rejeite na emissão.
Split payment vem em 2027. Mas o cadastro errado já vai te custar em 2026.
Me segue para não perder o próximo vídeo.
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