Passei anos olhando para dashboards e achando que tudo estava sob controle. Até decidir mapear visualmente o fluxo de valor em uma operação que considerava eficiente.
O que encontrei me surpreendeu. Não havia um desperdício gigante e óbvio. Havia três pequenos, espalhados estrategicamente pelo processo, invisíveis nos relatórios porque estavam distribuídos entre turnos diferentes.
Esperas entre picking e embalagem. Movimentação repetida de paletes. Retrabalho causado por falta de padrão. Juntos, consumiam 22% da margem.
O dashboard não acusava porque cada um era pequeno o suficiente para desaparecer nas métricas agregadas.
VSM não é só uma ferramenta. É a forma de enxergar o que sistemas automáticos escondem por design.
Se você tem uma operação parecida, com buracos que nenhum número consegue explicar direito, me chama. Vamos mapear juntos.
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